John John, renomada marca brasileira de moda urbana, fará sua estreia no mercado de franquias
Carla Boaventura
29 de setembro de 2026
Com o objetivo de acelerar a expansão de duas de suas marcas, a Veste S/A pretende utilizar o franchising. Dono de outras marcas, como Le Lis, e Bo.Bô, o grupo pretende levar a John John pela primeira vez ao modelo de franquias e ampliar a rede da já franqueada Dudalina. A estratégia é alcançar principalmente as regiões Centro-Oeste, Norte e Nordeste. As informações são do Exame Insight.
A John John, que possui 34 lojas próprias, mais de 500 pontos de venda, irá estrear no franchising com o objetivo chegar a 30 unidades franqueadas até 2028. A entrada da marca no setor acontece após um posicionamento da marca que voltou a aproximar a marca de suas origens no denim e no vestuário casual. No primeiro trimestre de 2026, a marca faturou R$ 43,7 milhões, avanço de 7,7% na comparação anual.
Serão dois formatos de franquia, com investimentos e tamanhos diferentes. O modelo full terá aproximadamente 100 metros quadrados e exigirá investimento inicial estimado em R$ 800 mil, incluindo estrutura da loja, mobiliário, tecnologia, estoque inicial e enxoval. A operação terá o mix completo da marca, com jeans, malharia, tricô, couro, alfaiataria e outras categorias ligadas ao lifestyle da John John.
A segunda opção é a John John Denim, com cerca de 60 metros quadrados e investimento inicial estimado em R$ 450 mil. Mais enxuta, a loja será concentrada em jeans, camisetas e acessórios. O formato menor permite à Veste levar a marca para cidades nas quais uma operação completa teria mais dificuldade para atingir a escala necessária.
Segundo a companhia, os dois formatos têm rentabilidade média estimada em 12% e payback de 2,6 anos. Na loja completa, o preço médio por peça projetado é de R$ 490, com tíquete médio de R$ 1 mil. Na Denim, são R$ 300 e R$ 580, respectivamente.
